A parede tem 640 divisórias e as plantas foram colocadas manualmente em cada uma delas. Calculo que meça de 8 metros de altura por uns 12 de cumprimento. Tem um sistema de irrigação embutido e precisa ser podado a cada duas semanas. Os jardins verticais estão se tornando comuns em Londres e apesar de instalação e manutenção caras, são alternativas para deixar a cidade mais verde e ajudam no isolamento acústico e térmico.
Um dos grandes problemas dos idealizadores desse projeto foi não encontrar plantas que reproduzissem o azul do céu presente no quadro do artista holandês. Mas isso não tira a beleza dessa obra de arte viva, que ficará exposta até outubro próximo. A instalação foi patrocina pela General Electric e faz parte de um plano eco-sustentável do museu, para reduzir a sua própria emissão de gás carbônico na atmosfera. Toda a sua iluminação foi trocada por lâmpadas de LED, mais caras, mais eficientes do que os outros tipos de lâmpadas, com uma vida útil de 20 a 50 mil horas.

Esse é outro jardim vertical que vi em Londres.

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